Mário Lino rejeitou as críticas do Tribunal de Contas quanto à actuação do Estado no prolongamento da concessão do Terminal de Contentores de Alcântara. O relatório final do Tribunal de Contas acusa o contrato de exploração do terminal de contentores de Alcântara de só favorecer os interesses da Liscont.
Confesso que não estou muito por dentro desta questão, mas parece-me grave que o Tribunal de Contas, presidido por Guilherme D'Oliveira Martins, acuse o governo português de não defender os interesses do Estado, em favor da liscont, do grupo Mota Engil.
O Ministro da tutela, Mário Lino, já saiu em defesa do negócio, com (mais) uma argumentação patética e desajustada dizendo que o relatório contem “algumas apreciações discordantes da avaliação do Governo”, que considera naturais. .
O que eu não considero natural é prolongar um contrato de concessão por mais 33 anos, sem concurso público, prevendo uma ampliação do terminal que vai triplicar a sua capacidade e criar uma autentica parede de contentores em Alcântara, uma das principais frentes ribeirinhas da cidade!

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