É recorrente ouvirmos a pergunta "se tivesses a oportunidade de escolher uma personalidade qualquer, quem gostarias de conhecer ou ter conhecido?" As respostas são as mais variadas, Madre Teresa de Calcutá, Churchill, o Papa etc.
Para mim não, a personalidade que eu gostava de conhecer era "o outro".
Esta personagem enigmática do imaginário português é verdadeiramente a mais fascinante de todas. "O outro" opina sobre tudo e virtualmente sabe tudo.
Ninguém imagina dizer-se: Em politica é como diz a madre Teresa...
Não, em todas as áreas, é sempre como diz "o outro". Mas afinal quem é "o outro"? Onde é que ele anda? Onde se pode encontrar? Eu sei que ele existe, que anda por aí, mas nunca ninguém o viu.
Para além de ser o dono da verdade,"o outro" é também o exemplo máximo da virilidade. As mulheres trocam sempre os seus maridos ou namorados pelo "outro".
Nietzsche que me perdoe, mas para mim o verdadeiro super-homem, é "o outro".
Para mim não, a personalidade que eu gostava de conhecer era "o outro".
Esta personagem enigmática do imaginário português é verdadeiramente a mais fascinante de todas. "O outro" opina sobre tudo e virtualmente sabe tudo.
Ninguém imagina dizer-se: Em politica é como diz a madre Teresa...
Não, em todas as áreas, é sempre como diz "o outro". Mas afinal quem é "o outro"? Onde é que ele anda? Onde se pode encontrar? Eu sei que ele existe, que anda por aí, mas nunca ninguém o viu.
Para além de ser o dono da verdade,"o outro" é também o exemplo máximo da virilidade. As mulheres trocam sempre os seus maridos ou namorados pelo "outro".
Nietzsche que me perdoe, mas para mim o verdadeiro super-homem, é "o outro".

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