terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ありがとう (arigatō)

Um agradecimento especial ao meu amigo Gonçalo por isto!

http://ginkgo-sushi.blogspot.com/

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Fim de um Império

Imagine-se o cenário de um Império, com tudo aquilo de grande, sumptuoso e magnânime que um Império tem.
Um Imperador que é adorado e venerado, que ninguém contesta ou sequer põe em causa. A sua sabedoria, mestria, capacidade de liderar e, está claro, a sua Autoridade são tão naturais como a sua legitimidade.
Um senado constituído por uns quantos iluminados, escolhidos a dedo pelo Imperador, dos quais se destacam o Grande Mestre, campeão de boxe do império, ex-braço direito do Imperador e o Conde Redondo, assessor jurídico, aliado na estrutura do império (diz-se que anda sempre com um gatinho no colo, a quem faz festas na cabeça, enquanto engendra planos maquiavélicos para destruir os adversários).
A visionismo do Imperador fazia do "Príncipe" de Maquiavel, um livro de segunda.
O Império durou décadas, cada vez mais se expandia e conquistava territórios e prestigio, infligiu derrotas pesadíssimas nos terrenos dos seus adversários, reduziu os seus inimigos a simples rastejantes, tornando-os pateticamente submissos.
O Império ruiu!
Como tudo na vida, teve um fim.
Morreu o gatinho do Conde Redondo, o Grande Mestre teve um problema de saúde que o deixou com sequelas irreversíveis.
O Imperador vive, mantêm-se no poder, mas já não domina o Império. O Imperador irá, estou certo, permanecer na memória dos seus súbditos, e nas gerações futuras. Está, no entanto, ferido de morte...

Viva o Imperador!!!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Rio 2016



Aqui fica este vídeo, enviado por uma amiga, da candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos de 2016.
No vídeo fica bem patente aquilo que o Rio tem de bom (também outra coisa não seria de esperar de um vídeo de candidatura e de promoção da cidade), e que mostra que, em termos de enquadramento natural, esta cidade é única. Não mostra é o resto, as favelas, a pobreza, o sentimento permanente de insegurança, etc, etc.
De qualquer forma, guardo muito boas recordações do tempo que lá passei, em especial do leblon, da lapa e de Ipanema.