Quem me conhece bem sabe que tenho uma tendência, tão natural como estranha, para que me me aconteçam coisas invulgares. Hoje foi mais um exemplo.
Depois de uma noite muito bem passada no Campo Pequeno, numa grande corrida de touros, tinha acabado de estacionar o carro na garagem de casa e dirigia-me para o elevador, quando de repente, vindo não sei bem de onde, aparece o meu vizinho angolano (ou cabo-verdiano sei lá) rodeado por duas câmaras e uma pseudo-jornalista com um ar exótico. Parei à porta do elevador e pensei: what the f--ck? O que é isto a esta hora??? Encostado à parede à espera do elevador com aquele circo ao meu lado, disse muito simpaticamente quando a porta do elevador abriu: entrem entrem, que eu espero pelo o outro elevador. A resposta dele foi imediata: não não vizinho, entre também!
Nesta altura já só pensava porque é que este homem, com quem me cruzei uma ou duas vezes, está a ser tão insistente para que eu entre no elevador? Um pouco a contragosto, entrei. Então o cenário é este: elevador pequeno, eu, o Pop Star, a jornalista com ar exótico e dois camaraman! Cena tipo Big Brother dos famosos africanos.
Confesso que nem consegui ouvir o que disseram durante uns intermináveis 50 segundos, mas falavam de alguma coisa e continuavam a filmar!
Quando saí do elevador e entrei em casa pensei como terá sido possível viver quase um ano com uma Pop Star como vizinho e não saber!
Depois de uma noite muito bem passada no Campo Pequeno, numa grande corrida de touros, tinha acabado de estacionar o carro na garagem de casa e dirigia-me para o elevador, quando de repente, vindo não sei bem de onde, aparece o meu vizinho angolano (ou cabo-verdiano sei lá) rodeado por duas câmaras e uma pseudo-jornalista com um ar exótico. Parei à porta do elevador e pensei: what the f--ck? O que é isto a esta hora??? Encostado à parede à espera do elevador com aquele circo ao meu lado, disse muito simpaticamente quando a porta do elevador abriu: entrem entrem, que eu espero pelo o outro elevador. A resposta dele foi imediata: não não vizinho, entre também!
Nesta altura já só pensava porque é que este homem, com quem me cruzei uma ou duas vezes, está a ser tão insistente para que eu entre no elevador? Um pouco a contragosto, entrei. Então o cenário é este: elevador pequeno, eu, o Pop Star, a jornalista com ar exótico e dois camaraman! Cena tipo Big Brother dos famosos africanos.
Confesso que nem consegui ouvir o que disseram durante uns intermináveis 50 segundos, mas falavam de alguma coisa e continuavam a filmar!
Quando saí do elevador e entrei em casa pensei como terá sido possível viver quase um ano com uma Pop Star como vizinho e não saber!

Sem comentários:
Enviar um comentário