Imagine-se o cenário de um Império, com tudo aquilo de grande, sumptuoso e magnânime que um Império tem.
Um Imperador que é adorado e venerado, que ninguém contesta ou sequer põe em causa. A sua sabedoria, mestria, capacidade de liderar e, está claro, a sua Autoridade são tão naturais como a sua legitimidade.
Um senado constituído por uns quantos iluminados, escolhidos a dedo pelo Imperador, dos quais se destacam o Grande Mestre, campeão de boxe do império, ex-braço direito do Imperador e o Conde Redondo, assessor jurídico, aliado na estrutura do império (diz-se que anda sempre com um gatinho no colo, a quem faz festas na cabeça, enquanto engendra planos maquiavélicos para destruir os adversários).
A visionismo do Imperador fazia do "Príncipe" de Maquiavel, um livro de segunda.
O Império durou décadas, cada vez mais se expandia e conquistava territórios e prestigio, infligiu derrotas pesadíssimas nos terrenos dos seus adversários, reduziu os seus inimigos a simples rastejantes, tornando-os pateticamente submissos.
Um Imperador que é adorado e venerado, que ninguém contesta ou sequer põe em causa. A sua sabedoria, mestria, capacidade de liderar e, está claro, a sua Autoridade são tão naturais como a sua legitimidade.
Um senado constituído por uns quantos iluminados, escolhidos a dedo pelo Imperador, dos quais se destacam o Grande Mestre, campeão de boxe do império, ex-braço direito do Imperador e o Conde Redondo, assessor jurídico, aliado na estrutura do império (diz-se que anda sempre com um gatinho no colo, a quem faz festas na cabeça, enquanto engendra planos maquiavélicos para destruir os adversários).
A visionismo do Imperador fazia do "Príncipe" de Maquiavel, um livro de segunda.
O Império durou décadas, cada vez mais se expandia e conquistava territórios e prestigio, infligiu derrotas pesadíssimas nos terrenos dos seus adversários, reduziu os seus inimigos a simples rastejantes, tornando-os pateticamente submissos.
O Império ruiu!
Como tudo na vida, teve um fim.
Morreu o gatinho do Conde Redondo, o Grande Mestre teve um problema de saúde que o deixou com sequelas irreversíveis.
O Imperador vive, mantêm-se no poder, mas já não domina o Império. O Imperador irá, estou certo, permanecer na memória dos seus súbditos, e nas gerações futuras. Está, no entanto, ferido de morte...
Viva o Imperador!!!
O Imperador vive, mantêm-se no poder, mas já não domina o Império. O Imperador irá, estou certo, permanecer na memória dos seus súbditos, e nas gerações futuras. Está, no entanto, ferido de morte...
Viva o Imperador!!!

Estavas a falar do Marocas???
ResponderEliminarAhhh o Papa!! Deixa lá o vosso Papa, já teve lá muito tempo. Aliás...já lá esteve tempo DEMAIS!!! eheheh
Abraço
Meu caro João,
ResponderEliminarComo o próprio nome do Blog indica, são apenas breves coisas!
A tua extrapolação para questões futebolísticas é, no mínimo, muito curiosa…
Lamento desapontar-te, mas este texto não passa de um pequeno conto sobre um Império fictício que decidi inventar, mais em jeito de devaneio, do que propriamente uma metáfora para questões futebolísticas, politicas ou sociais.
Um abraço
Estamos muito eloquentes.
ResponderEliminarO caso exige seriedade. lolol
Bjnhs
Seriedade, muita seriedade!
ResponderEliminarO histerismo do adeptos do clube do regime já é tal ,que chegam ao ponto de delirar!
Enfim... já não se pode criar uma mini-micro -nano-fábula!!