A avalanche de noticias é tão grande que não há maneira de fugir ao assunto.
Portugal está mergulhado num caos de corrupção, tráfico de influências, e demais assuntos obscuros.
Se o país fosse uma empresa há muito que tinha fechado portas, ou por falência, ou porque os accionistas estavam todos presos! Mas não, o país não vai encerrar e nesta historia não há culpados. São todos vitimas de alguma coisa, e todos são considerados inocentes até prova (qual prova?) em contrário.
Há uma parafernália de expedientes que impedem que alguém seja culpado do quer que seja: é o direito ao bom nome, é o direito à presunção de inocência, é o segredo de justiça, é, imagine-se, o direito à indignação por parte de quem é acusado, enfim... é só direitos.
No meio destas confusões todas temos, no mesmo caso, o Primeiro-Ministro, o Procurador Geral da República, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, o Vice-Presidente do maior banco português,o Presidente de uma das maiores empresas públicas, o Procurador de Aveiro, o Juiz da comarca que diz que não acata ordens do Supremo, e, qual cereja no topo do bolo, um sucateiro, que reza a historia, corrompia metade (ou mais) da classe política e empresarial portuguesa.
Portugal está mergulhado num caos de corrupção, tráfico de influências, e demais assuntos obscuros.
Se o país fosse uma empresa há muito que tinha fechado portas, ou por falência, ou porque os accionistas estavam todos presos! Mas não, o país não vai encerrar e nesta historia não há culpados. São todos vitimas de alguma coisa, e todos são considerados inocentes até prova (qual prova?) em contrário.
Há uma parafernália de expedientes que impedem que alguém seja culpado do quer que seja: é o direito ao bom nome, é o direito à presunção de inocência, é o segredo de justiça, é, imagine-se, o direito à indignação por parte de quem é acusado, enfim... é só direitos.
No meio destas confusões todas temos, no mesmo caso, o Primeiro-Ministro, o Procurador Geral da República, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, o Vice-Presidente do maior banco português,o Presidente de uma das maiores empresas públicas, o Procurador de Aveiro, o Juiz da comarca que diz que não acata ordens do Supremo, e, qual cereja no topo do bolo, um sucateiro, que reza a historia, corrompia metade (ou mais) da classe política e empresarial portuguesa.
Aqui não há padrinhos à boa maneira italiana ou russa, aqui os chefes do crime organizado não bebem Champagne Cristal, nem têm um estilo de vida digno de uma trilogia de Hollywood, nem sequer têm negócios de fachada na área financeira. Aqui não, aqui quem manda é mesmo o sucateiro, que oferece Rolex em troca de negócios chorudos com empresas do estado.
Será que podíamos ser um país de corruptos, mas com um estilo de vida mais glamoroso? Podíamos, mas não era a mesma coisa!

Era mais ou menos isto que eu queria dizer...
ResponderEliminarhttp://www.ionline.pt/conteudo/36226-berlusconi-colaborou-com-cosa-nostra