A diferença entre voar na Ryanair ou voar numa companhia de bandeira é mais ou menos como a diferença entre fazer compras na Louis Vuitton ou na feira de espinho, ou seja, o produto é parecido mas tudo o resto é uma mera coincidência, sendo que o preço é o que realmente faz toda a diferença.
Nesta viagem a Madrid tornei a viajar na Ryaniar, e mais uma vez fiquei impressionado com a bandalheira e selvajaria comercial que este tipo de experiência nos impõe. Desde o momento que entrei no maldito Boeing 737-800, tentaram-me vender de tudo: cigarros sem fumo, perfumes mais baratos, comida manhosa aquecida no micro-ondas e mais uma parafernália de bugigangas que estavam no catálogo que nos impigem ainda antes de nos sentarmos. A certa altura aquilo deixa de ser um voo comercial e passa a ser uma feira, onde só faltou a hospedeira, (tão fraquinha coitadinha! não se arranjava nada melhor que uma mulher que parecia acabada de sair de um casting para a nova versão do drácula?) trazer um papagaio no ombro e outros animais exóticos para se vender a bordo.
O problema deste circo comercial não é o facto de me tentarem vender todo o tipo de coisas, mas o de não me deixarem dormir, sempre a anunciar estas merdas todas, aos berros no microfone e, ainda por cima, em varias línguas, obrigando a mulher a berrar pelo menos três vezes em cada produto.
Resultado: quando estava quase a adormecer, mais um berro! e assim sucessivamente...
Que saudades dos meus voos semanais na TAP entre o Porto e Lisboa, onde adormecia ainda o avião rolava na pista e só acordava quando aterrava na Portela!!
Nesta viagem a Madrid tornei a viajar na Ryaniar, e mais uma vez fiquei impressionado com a bandalheira e selvajaria comercial que este tipo de experiência nos impõe. Desde o momento que entrei no maldito Boeing 737-800, tentaram-me vender de tudo: cigarros sem fumo, perfumes mais baratos, comida manhosa aquecida no micro-ondas e mais uma parafernália de bugigangas que estavam no catálogo que nos impigem ainda antes de nos sentarmos. A certa altura aquilo deixa de ser um voo comercial e passa a ser uma feira, onde só faltou a hospedeira, (tão fraquinha coitadinha! não se arranjava nada melhor que uma mulher que parecia acabada de sair de um casting para a nova versão do drácula?) trazer um papagaio no ombro e outros animais exóticos para se vender a bordo.
O problema deste circo comercial não é o facto de me tentarem vender todo o tipo de coisas, mas o de não me deixarem dormir, sempre a anunciar estas merdas todas, aos berros no microfone e, ainda por cima, em varias línguas, obrigando a mulher a berrar pelo menos três vezes em cada produto.
Resultado: quando estava quase a adormecer, mais um berro! e assim sucessivamente...
Que saudades dos meus voos semanais na TAP entre o Porto e Lisboa, onde adormecia ainda o avião rolava na pista e só acordava quando aterrava na Portela!!

Falta referir que no meu regresso a Lx pela Easyjet esperámos 30 minutos por 5 pessoas que foram chamadas 500 vezes pelo pseudo comissário de bordo e que se estivessem dentro do avião certamente já tinham respondido (sou eu!)...
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