Esta noite de quinta-feira decidi ir a uma corrida de touros no campo pequeno. O cartaz prometia, com El Cid, o matador de touros espanhol, e também com toureio a cavalo.
De facto, as corridas de touros são uma festa impressionante, com uma essência cultural muito forte. Concorde-se ou não, goste-se ou não, a verdade é que as touradas têm uma mística muito própria, que eu aprecio e que concordo que seja preservada.
Mas para mim, como infelizmente acontece com frequência, houve outra tourada. Cheguei ao Campo Pequeno já atrasado e deparo-me com uma manifestação dos direitos dos animais, ou lá o que é, que essa gente protesta. Gritavam, berravam aos meus ouvidos, qualquer coisa como tourada não é cultura, tourada é tortura (whatever!).
Para mim, como sabem, os direitos da bicharada não são propriamente importantes, num mundo onde há seres humanos a ser tratados pior do que aqueles touros mas enfim, como estava ali no meio daqueles esquerdistas radicais, tentei passar rápido. Acontece que, esta gente histérica, avança para cima da polícia como se não houvesse amanhã, e eu, no meio, fui empurrado ate ao cordão que delimitava o perímetro. Ora os nossos agentes da autoridade, com sua habitual perspicácia bloquearam a passagem e lá fiquei eu retido no meio da escumalha a cheirar a ganza e outra coisas que podem imaginar, sem conseguir passar. Comecei a furar, enquanto ouvia aquela berraria, de gente que usa fio do norte para segurar as calças e anda, estranhamente, sempre com uns cães cheios de fome e pulgas, bem tratados portanto, conseguindo por fim chegar à barreira. Comecei a berrar também, mas para que o polícia me pudesse ouvir. O senhor agente, começa a dizer: não passa ninguém! Depois de mais uns berros e de lhe mostrar o meu convite, lá conseguiu entender e deixou-me passar.
No final, já depois de entrar comecei a pensar se não teria ficado cheio de piolhos e pulgas daquela gente!
Enfim, estas idas à tourada hoje em dia são uma verdadeira aventura. Só estranhei não ver aquela personagem estranha que é presidente da associação não sei do quê, que parece um boneco de cera!
Ah, é verdade, foi uma grande corrida de touros!
De facto, as corridas de touros são uma festa impressionante, com uma essência cultural muito forte. Concorde-se ou não, goste-se ou não, a verdade é que as touradas têm uma mística muito própria, que eu aprecio e que concordo que seja preservada.
Mas para mim, como infelizmente acontece com frequência, houve outra tourada. Cheguei ao Campo Pequeno já atrasado e deparo-me com uma manifestação dos direitos dos animais, ou lá o que é, que essa gente protesta. Gritavam, berravam aos meus ouvidos, qualquer coisa como tourada não é cultura, tourada é tortura (whatever!).
Para mim, como sabem, os direitos da bicharada não são propriamente importantes, num mundo onde há seres humanos a ser tratados pior do que aqueles touros mas enfim, como estava ali no meio daqueles esquerdistas radicais, tentei passar rápido. Acontece que, esta gente histérica, avança para cima da polícia como se não houvesse amanhã, e eu, no meio, fui empurrado ate ao cordão que delimitava o perímetro. Ora os nossos agentes da autoridade, com sua habitual perspicácia bloquearam a passagem e lá fiquei eu retido no meio da escumalha a cheirar a ganza e outra coisas que podem imaginar, sem conseguir passar. Comecei a furar, enquanto ouvia aquela berraria, de gente que usa fio do norte para segurar as calças e anda, estranhamente, sempre com uns cães cheios de fome e pulgas, bem tratados portanto, conseguindo por fim chegar à barreira. Comecei a berrar também, mas para que o polícia me pudesse ouvir. O senhor agente, começa a dizer: não passa ninguém! Depois de mais uns berros e de lhe mostrar o meu convite, lá conseguiu entender e deixou-me passar.
No final, já depois de entrar comecei a pensar se não teria ficado cheio de piolhos e pulgas daquela gente!
Enfim, estas idas à tourada hoje em dia são uma verdadeira aventura. Só estranhei não ver aquela personagem estranha que é presidente da associação não sei do quê, que parece um boneco de cera!
Ah, é verdade, foi uma grande corrida de touros!

digamos q criar animais para depois os chacinar sem apelo nem agravo para nosso deleite n sera propriamente algo imaculado..ainda mais nesta epoca de aparicoes psicosomaticas..com 2 ss,whatever
ResponderEliminarantes extremismos de esquerda pro green peace q tiques de direita apriorados
nisso divergimos meu querido amigo
fui hoje jantar com 1 professor d1 rapazeco q toureou a cavalo hoje e foi expulso da sala de exame por copiar..la esta..nossa sra fatima e trampa bovina nao fazem d1 burgues 1 nobre..
Eu percebo a tua especial sensibilidade para com a bicharada, afinal "you`re the doctor".
ResponderEliminarEsse rapazeco de que falas é o Ribeiro Teles Junior?
NUM DIGO
ResponderEliminarPois é, afinal não é só nas afinidades clubísticas que discordamos... Para mim o melhor das touradas são os forcados, esses sim com os ditos no lugar... os outros, protegidos pelos lombos das montas, só me divertem quando apanham uma valente porrada do touro... e quanto à bicharada, merece-me mais consideração do que a maioria das pessoas que tenho conhecido...
ResponderEliminarCompreendo o apelo da tradição, mas nestes tempos modernos e que queremos mais "civilizados", há-de-se encontrar um meio termo, nem extinção pura e simples da tourada, nem sua preservação nos aspectos mais cruéis.
Quid juris??
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarJoão de Deus disse...
ResponderEliminar"Compreendo o apelo da tradição, mas nestes tempos modernos e que queremos mais "civilizados", há-de-se encontrar um meio termo, nem extinção pura e simples da tourada, nem sua preservação nos aspectos mais cruéis."
Nada como ser um experiente diplomata para lidar com estas coisas!! Continua em grande forma o Sr. Cônsul!!!!!